Consumo consciente & Slow fashion, por Francesca Giobbi

Novas tecnologias criam mais harmonia na indústria da moda.

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Novas tecnologias criam mais harmonia na indústria da moda.

Após anos protestando contra a crueldade da indústria da moda internacional, a Ong Fur Free Alliance finalmente conseguiu o seu lugar de destaque nas criações das grandes marcas around the globe.

Quem não se lembra de Gisele Bündchen sendo atacada durante o desfile da Vitoria Secret em 2002 por estes ativistas.

As novas tecnologias de fabricação de peles artificiais, trazidas pela união de designers, cientistas e engenheiros do grupo Modern Meadow, que há mais de uma década trabalham para trazer harmonia entre estes ativistas e estilistas das passarelas mais cobiçadas, finalmente trazem paz nesta guerra.

Em outubro deste ano mais uma marca de luxo resolveu se render a essa pratica massacrante e se unir a nova filosofia que vem sendo construída pela força de novos ideais dos consumidores informados e antenados através do networking online.

Marco Bizzatti, Ceo e presidente da Gucci, anunciou suas novas práticas de valores á serem desenvolvidas nos próximos 10 anos da marca.
Com a sua aliança com Livia Firth, fundadora da Eco-age e consultora de sustentabilidade da London College of Fashion, abraça a nova cultura de criação com propósitos e se alinha com as ações ecológicas de Fur free Alliance e com o empoderamento de meninas através de Girls Empowerment Initiative da Unesco.

Esta onda do bem no MUNDO FASHION não começa e nem acaba aqui. A marca da estilista inglesa Stella McCartney traz este DNA desde o dia 1 de sua existência; já a marca italiana Giorgio Armani anunciou em maio de 2016 o seu comprometimento em abolir o uso de couro animal de suas coleções.

Historicamente sabemos que os italianos são os melhores a lançarem tendências no universo do alto luxo e não é a toa que semana passada esta tendência saiu da Europa e chegou nos Estados Unidos através do estilista norte americano Michael Kors onde declara que abraça está prática; o uso de peles animais em coleções MK virariam tendências vintages.

O Bello é que a união das organizações de moda espalhadas pelo mundo a fora estam trazendo com mais agilidade e com mais responsabilidade questões que os profissionais da moda consciente estão se questionando por todo lado: porque tanto desperdício, tanto LIXO, tanto TRABALHO informal e qual será a nova geração de empregos na indústria e no varejo de moda.

Eu vejo a hora em termos mais soluções do que perguntas e você? #juntossomosmaisF4B